Ocê no Samba abre espaço para parceiros do samba e do choro. Conheça nossas propostas!
Após 16 meses de muito trabalho, divulgação, promoção da cena de samba e choro de Belo Horizonte, Região Metropolitana, de Minas e de bambas de fora, iniciamos uma nova etapa para incrementar e aumentar o espaço dedicado aos nossos bambas e chorões e claro, para vocês, caros e fiéis leitores. A partir de hoje, abrimos
Não faremos apresentação da banda que tocará nesta sexta-feira, no maior café do mundo, o Hard Rock, que fica na ao colado na Faculdade Milton Campos. Copo Lagoinha de Mauro Zockratto, Rogério Sam e companhia já são queridos e aceitos pelo público por seu trabalho de leituras próprias dos clássicos do samba e claro. E, se querem sambar conosco, estamos mais uma vez dando aquela chance de cair no samba de graça.
Para concorrer a entradas neste samba, você tem de cadastrar seu nome e e-mail nesta matéria. Enviaremos um e-mail promocional com os participantes às 16h de sexta-feira, 19 de agosto. Quem responder primeiro, leva um dos pares. São dois pares e avisaremos por e-mail e em nossas redes quem serão os vencedores.
Maracatu, Baião, Chorinho, Congado Mineiro, Bossa-Nova, Reggae, Salsa cabem no samba? Claro que sim. Bem, pelo menos assim pensa o público que sempre prestigia o Camarão de Rama aos sábados no Bhar Savassi, parceiro do Ocê no Samba. O Grupo formado pela família do Samba, os Miguez, completou um ano no comando do Samba no Bhar de sábado. A versatilidade dos irmãos Daniel e Aline sob a batuta do paizão Gilvan viraram uma das grandes atrações do Bhar.
Camarão de Rama comanda o samba de sábado no Bhar Savassi. Que tal acompanhá-los?
Para concorrer a entradas neste samba, você tem de cadastrar seu nome e e-mail nesta matéria. Enviaremos um e-mail promocional com os participantes às 15h30 de sexta-feira, 19 de agosto. Quem responder primeiro, leva um dos pares. São DEZ pares e avisaremos por e-mail e em nossas redes quem serão os vencedores.
Esta semana quem está fazendo o convite para os sambas de BH é o próprio samba. Explicamos: grandes bandas da cidade têm em seu repertório eternos bambas. E nada melhor do que ir apresentando para o público alguns desses clássicos que serão ouvidos nas apresentações. O Copo Lagoinha por exemplo sempre leva um João Nogueira nas tardes de samba da Utópica Marcenaria que acontecem todo sábado, sempre a partir da 15h. E João, pai de Diogo, estará presente nos vocais de Mauro Zockrato e Rogério Sam, sempre muito bem acompanhado por Agostinho Paolucci, Aleixo e Dudu Braga. Então, ouça o que João tem a dizer sobre o samba e aceite o seu convite para mais uma tarde com muito batuque na Utópica, parceria do Ocê no Samba. Acompanhe João abaixo com a letra e e vídeo.
Acompanhe o vídeo com o texto-”Vestiu uma camisa listrada e saiu por aí. Em vez de tomar chá com torrada ele bebeu parati. Levava um canivete no cinto e um pandeiro na mão. E sorria quando o povo dizia: sossega leão, sossega leão. Tirou o anel de doutor para não dar o que falar. E saiu dizendo eu quero mamar. Mamãe eu quero mamar, mamãe eu quero mamar. Levava um canivete no cinto e um pandeiro na mão. E sorria quando o povo dizia: sossega leão, sossega leão. Levou meu saco de água quente pra fazer chupeta. Rompeu minha cortina de veludo pra fazer uma saia. Abriu o guarda-roupa e arrancou minha combinação. E até do cabo de vassoura ele fez um estandarte. Para seu cordã . Agora a batucada já vai começando não deixo e não consinto. O meu querido debochar de mim. Porque ele pega as minhas coisas vai dar o que falar. Se fantasia de Antonieta e vai dançar no Bola Preta. Até o sol raiar”.
Leram o texto e ouviram a música? Então, o convite está feito para quinta-feira, 18 de agosto. A música de Assis Valente espera por você no Butiquim Santo Antônio, parceiro do Ocê no Samba, com o Grupo Camisa Listrada. Esse foi apenas um aperitivo do que eles tocarão para quem curte clássicos eternos do samba. A roda está rolando há três semanas e tem recebido bom público e melhor, o som vem agradando os presentes. Confira também.
É só em outubro, mas já dá para programar um dia especial para ver de perto um dos nomes mais populares da nova geração do samba nacional. Diogo Nogueira estará em BH no primeiro dia de outubro para a apresentar ao povo mineiro seu show “Sou eu”, originado do dvd de mesmo nome. O rapaz, filho do eterno João Nogueira, herdou do pai mais do que o jeitão bamba, ou o sorriso largo.
Recebeu o samba em sua vida. Era seu destino, pois Diogo sempre quis ser jogador de futebol, mas uma contusão no joelho o fez seguir o rumo que estava traçado. O carioca conseguiu uma proeza entre os filhos de grandes nomes da nossa música: seguir carreira solo, construir uma identidade independente, descolada da filiação famosa. Talvez, esse seja o principal traço de Diogo quando apresenta “Sou eu”: personalidade de seguir o próprio caminho.
Iluminado é o samba. Bem sabe disso quem cai na roda e sente as trevas se recolherem em face da mais completa claridade. Não há espaço para escuridão onde nasce uma boa roda e o portador da luz logo mais estará de volta a BH. Moacyr, nosso caríssimo companheiro, é a próxima atração do Gamboa, casa de Samba.
O carioca Moacyr Luz vem iluminar o batuque belo-horizontino com seu vastíssimo repertório nesta quinta-feira, dia 18 de agosto em parceria com os rapazes do Grupo Tradição, banda fixa da casa possui uma pegada de escola de samba. Não param um minuto e puxam a galera para cima com clássicos intensificados por uma percussão poderosa bem distribuída pelos 15 componentes da banda. Será encontro de estilos certamente.
Moacyr Luz ao lado de Gabriel da Muda em apresentação em BH. Crédito: Lucas Fernandes
A notícia é urgente e ótima: a volta do Samba Bate Outra Vez confirmada para a véspera de feriado de setembro. No dia 6, o Music Hall, ali no Santo Efigênia vai receber o projeto que embalou as noites de samba de BH por mais de dois anos. Guilardo Veloso, produtor do evento confirmou a informação para mais uma edição do evento. As bandas confirmadas são: Odilara, Figa de Guiné e Oi de Gato.
“O samba vem sendo reavaliado, revisto, ampliado, mixado, misturado, reinventado e, muitas vezes, maltratado pelas novas gerações. Assim como o jazz e o rock, que alguns artistas, a exemplo de vanguarda, transformam em discursos vazios e pretensiosos, o samba foi feito para dançar, cantar junto, decorar a letra e sair por aí, violão debaixo do braço, fazendo a trilha sonora do brasileiro que não é doente do pé ou ruim da cabeça”.
Essa á a percepção de uma das bandas mais tradicionais de BH, que está indo para seu terceiro CD que beberá nas águas do samba baiano. Convidamos a todos os leitores do Ocê no Samba a conferir o que o Zé da Guiomar prepara para mais uma incursão na música autoral.
Batemos um papo com o Márcio Souza, Valdênio, Analu, Totove Ladeira e Renato Carvalho que contaram coisas muito bacanas do novo trabalho que contará com nomes do naipe de Wilson das Neves, Thiago Delegado, Pedro Miranda entre outros craques da música. Fazer esse tipo e material sobre os bambas daqui reforça nossa missão de trazer ao povo de BH e Minas o que temos de melhor e principalmente incentivar a valorização dos nossos artistas. Degustem, boa leitura e por que não, uma boa escutadinha no som do Zé?
Nóis: Terceira obra e estão trabalhando com influências do samba baiano. Como chegaram a esta vertente após trabalhos mais voltados para bossa e samba-bossa?
Zé da Guiomar: Na história do Zé da Guiomar, sempre nos interessamos com todo tipo de música e suas boas influências. Como o samba no nosso repertório é a nossa mola mestre, as suas vertentes estão presentes sempre que achamos que somos capazes de honrá-las com nossa interpretação. Assim acontece com a Bossa, o samba-bossa, o choro e outros títulos que grifam a nossa música brasileira. O samba da Bahia tem muitos protagonistas, compositores e músicos, que estão à margem do mercado fonográfico comercial e um pouco por isso, a riqueza e a beleza de suas obras ficam distante do grande público. O Zé da Guiomar em sua homenagem à Bahia e ao seu samba, tenta reparar um pouco essa distância, interpretando alguns desses artistas e autores, mostrando um repertório totalmente integrado nesse universo.
O Sete Cumes recebe um evento para quem gosta de subir pelas paredes ao som do samba. A casa recebe o “Sobe pra sambar” que estreia com Ricardo Uipiano e Sambalanço . Como isso funciona? Da seguinte forma: o projeto quer um resgate cultural, tem o intuito de reviver osesquecidos bailes Black, apresentando versões dos principais compositores da música negra como Jorge Ben, Branca di Neve, Trio Mocotó, Miltinho,Orlan Divo, Luís Wagner, entre outros. A banda que na sua composição já contou com grandes nomes e músicos, hoje é formada por Ricardo Ulpiano (guitarra evocais), Odi (baixo), Emiliano Bolla (sax) e Fernando Feijão (bateria). A proposta é pegar todas as misturas que a black music pode ter com ritmos eternos como o samba, o rock, o soul.
As tardes de sábado ganham mais um espaço para o samba. A região do Prado que sempre teve na Cervejaria Oficial uma opção para curtir uma roda bacana, estava órfão de um espaço que abrigasse eventos do batuque. Bem, esse local voltou a existir no Prado e entra no circuito de boas opções. E é este lugar que indicamos para para a tarde de sábado. O Pub Cinco e Meia abre suas portas para Joãozito e Parceria. O foco do pessoal é a mistura de samba com estilos consagrados, como o rock. Seja no samba-rock, na gafieira, na bossa nova, no afro-samba, o suingue é o fio condutor do repertório. O grupo se apresenta desde 2010, ano em que completou 120 apresentações.